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Osteocephalus buckleyi
family: Hylidae
subfamily: Hylinae

© 2003 Steffen Reichle (1 of 7)

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Conservation Status (definitions)
IUCN (Red List) Status Least Concern (LC)
CITES No CITES Listing
Other International Status None
National Status None
Regional Status None

 

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Source credit:
Guia de Sapos da Reserva Adolpho Ducke, Amazonia Central by Lima et al. 2005


INPA (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia)
PPBio (Programa de Pesquisa em Biodiversidade)
PELD (Pesquisas Ecológicas de Longa Duração)

Authors: Albertina P. Lima, William E. Magnusson, Marcelo Menin, Luciana K. Erdtmann, Domingos J. Rodrigues, Claudia Keller, Walter Hödl

Distribuição na RFAD: Ocorre em toda a reser va, sendo facilmente encontrada em arbustos e árvores, na proximidade dos igarapés Acará, Bolívia, Ipiranga e Tinga.

Distribuição geral: Amazônia do Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia e Guiana, Suriname e Guiana Francesa. Descrição: Machos 42-50 mm, fêmeas 63-69 mm. A coloração dorsal é formada por manchas marrons sobre fundo verde. Tubérculos estão distribuídos por toda a parte superior do corpo, dando à pele um aspecto muito granuloso. Possuem uma franja de pele na parte externa dos pés. A parte interna da coxa e a região inguinal são de cor azulvioleta. A íris é dourada.

Espécie semelhante: Não existe espécie semelhante na RFAD.

História natural: Arborícolas e noturnos. Alimentam-se de gafanhotos, mariposas, aranhas e besouros. Vivem às margens de igarapés de floresta de terra-firme. À noite podem ser encontrados sobre galhos ou troncos de árvores que se projetam sobre igarapés ou suas margens; de dia são encontrados dormindo junto a raízes, pedras ou troncos caídos sobre a água. Os machos vocalizam sobre arbustos, principalmente na proximidade de quedas d’água ou obstáculos na água, como galhos ou troncos, que produzem ruídos nos igarapés. Reproduzem-se principalmente na época seca, entre junho e novembro. As fêmeas depositam ao redor de 1000 ovos nas margens de igarapés. Os girinos vivem nos bancos de liteira dentro do igarapé e são tóxicos para os peixes. A parte superior do dorso dos girinos é preto-azulada, o ventre e as nadadeiras são transparentes.




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Citation: AmphibiaWeb. 2017. <http://amphibiaweb.org> University of California, Berkeley, CA, USA. Accessed 24 Oct 2017.

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